Rede aan! e o WordPress
domingo, 28 de dezembro de 2008
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
sábado, 20 de dezembro de 2008
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
BALANÇO COMPLETO DA SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA - MG
Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais - SEC
Em 2008, a Superintendência de Interiorização da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais deu importantes passos para promover a interiorização e democratização do acesso à cultura.
Um dos destaques das ações desta Superintendência foi a consolidação da Rede de Articuladores de Cultura para"
Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais - SEC
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
PONTO DE INTERVENÇÃO EM DEZEMBRO 2008 NO CASARÃO
Essa exposição foi tecnicamente montada para oferecer o inusitado aos olhos atentos do sete-lagoano presente. Foi uma oportunidade, também, oferecida aos artistas de resgatarem suas potencialidade colaborativas e participativas. Para aqueles que reclamam de aproximação dos organizadores com seus anseios, já podem ir refletindo em suas próprias negativas como fator de insensibilidade com o convite da curadoria e que não atenderam ao mesmo. É claro que abre-se uma ressalva às justificativas que aparentam coerência.
No dia da abertura da exposição, ocorrida no dia 1 de dezembro, estavam presentes bem mais de 90 pessoas. Na pauta de participação atuaram: o Movimento HIP HOP de Sete Lagoas, Grupos de poetas com performances, Musica ao vivo com Juka Bossan’rol, artistas poetas de Contagem (Pão e Poesia) que enviaram seus materiais de divulgação, artista do Rio de Janeiro, além de todos os artistas expositres e do maravilhoso público que prestigiam as artes.
A imprensa Sete-Lagoana não esteve presente, omitindo de suas pautas , a tomada in loco, dos acontecimentos no dia da abertura da exposição.
Infelizmente a organização da exposição (Rede aan! e Tático) não possuem caixa para enviar convites em mãos e se valeu unicamente de e-mails e da distribuição pelos próprios artistas, assim mesmo foi um sucesso de público.
A exposição fica aberta até dia 29 de dezembro e permanecerá durante a semana de 8 h às 17 horas. Aos sábados, ela abre de 8h às 12 h.
Segue alguns flashes feito por integrantes do Tático.
Atenção Seletiva
A CRISE
" APRENDEMOS UMA GRANDE LIÇÃO :
" Discernir sempre o que você vê e ouve, é a chave para o seu sucesso ".
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Do Marketing ao Desenvolvimento Cultural
Marcos Barreto · Belo Horizonte (MG) · 5/7/2006 15:29 · 115 votos · 14 ·
O livro, de 167 páginas, reúne uma série de reflexões sobre as questões que envolvem a relação entre empresa e cultura, vistas por um profissional que atua nessa área há 15 anos - 10 dos quais como responsável pela atuação cultural da empresa que é a maior investidora de cultura em MG.
QUem é o Autor?
Marcos Barreto Corrêa tem atuado nos diversos campos do mercado cultural ao longo dos últimos 15 anos. É formado em Publicidade (UFMG), com especializações em Marketing (UFMG), MBA em Telecomunicações (IBMEC) e Master of Science in Arts Administration (Boston Universtity / EUA). Como bolsista da Fulbright (EUA), Capes e Vitae (Brasil) vivenciou experiências profissionais em instituições norte-americanas. O livro "Do Marketing ao Desenvolvimento Cultural - Relacionamento entre Empresa e Cultura - Reflexões e Experiências", distribuído para mais de 15.000 pessoas, tem sido apresentado em palestras, cursos e encontros, em cidades de todo o Brasil (2004, 2005 e 2006), em Portugal (Lisboa, 2004) e EUA (Fort Lauderdale, Flórida, 2005).
http://www.overmundo.com.br/banco/livro-do-marketing-ao-desenvolvimento-cultural-167-paginas
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
sábado, 22 de novembro de 2008
Pesquisa programática
Estamos refletindo sobre esses ítens abaixo e publicando em nossos blogs.Se desejar participar, agradeceremos a contribuição.
1- O patrimônio cultural de Sete Lagoas é constituído por quais conjunto de bens materiais e imateriais?
2- Podemos considerar nossa comunidade diversificada o suficiente para ser levada em conta?
3- Quais as riquezas de conhecimentos, tradições, identidades e memórias da nossa população?
4- Poderíamos pensar Sete Lagoas como um ponto de convergência que imprime uma forte integração dessa riqueza cultural na região?
O que a rede aan! e o TÁTICO pretendem é extrair uma média ponderada do índice de participação dos que podem contribuir para o progresso cultural da cidade e em que termos isso se dará. Acredita-se ser possível obter uma sistematização de processos que podem nos levar a desenvolver uma economia da cultura por meio de recursos financeiros que podem ser revertidos em programas culturais com ramificações para diversas células de atuação socio/cultural em forma de projetos.
A rede dispõe hoje de mais de 2 mil e-mails de pessoas da cidade e um pouco mais de 6 mil de outros lugares do brasil e do mundo (da cultura), dentre esses 2 mil, muitos jovens que provavelmente não vão conseguir responder algumas questões. A pesquisa omitirá o quesito "Idade" e avaliará a idôneidade da resposta bem como a coerência factual.Ela se valerá de questões abertas, elaboradas exclusivamente para serem respondidas pela WEB. Portanto avaliamos que quem responderá serão apenas aqueles que possuam condição intelectual o suficiente para perceber a importância da sua colaboração e que possuam memória descritiva o suficiente para participar.
Agradecemos sua participação, ela foi de suma importância para a sustentabilidade da cultura local.
Pesquisa Programática by Dsenvolvimento Cultural de Sete Lagoas e Região is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License.Based on a work at Coletivo Tático Cultural.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
ponto de intervenção
Curadoria – Demétrius Cotta
Realização – Coletivo Tático Cultural
Apoio – Rede aan! ( reservado aos veículos que poderão apoiar )
Dia – 1 de dezembro
Local – Casarão / Sete Lagoas – MG
Hora – Abertura da exposição partir das 20 h
Horário de visitação - durante a semana/ 8h às 17h
Sábado – 8 às 12h
Tel. Curadoria : 31 3772 2741
Tel.: Casarão : 31 3772 3878
Apresentação/ Desenvolvimento:
Exposição concebida dentro das atuais tendências colaborativas perante a interferência nas obras de alguns artistas, por eles mesmos ou, pelo público que visita a mostra. Essa intervenção pode ocorrer diretamente sobre a obra ou, ao lado, acima, enfim; nas imediações da mesma.
Essa ‘quebra’ da seqüência estilística do autor justifica a titulação da mostra que considera as possibilidades lógicas de combinação, entre o número de artistas participantes, como algo muito perto da infinita possibilidade combinativa. Nesse sentido é possível prevê certas possibilidades de ‘fusão’, e passível de subversões. As possibilidades combinatórias não acontecem pela óptica da sintaxe clássica.
É uma exposição “viva” que foi planejada para pulsar de acordo com as intervenções propostas durante a permanência da mesma no recinto da exposição.
Questiona princípios relacionados à seqüência lógica de um sistema qualquer.
Ponto de Intervenção é uma oportunidade contingente que pode favorecer a formação do discusso estético/cultural em nossa cidade e região, respeitando suas singularidades e, ao mesmo tempo, levando em conta suas peculiaridades como grupo social. Essas características específicas, parece ser ainda um desafio a ser alcançado pelos diferentes profissionais que atuam em espaços que buscam atender ao público cultural.
Para saber mais sobre o Referencial Teórico que fundamenta a exposição visite:
Referencial teórico :
A exposição de arte é um evento que implica um percurso discussivo que pode contribuir edificar e elevar o ser em sua interpessoalidade. Um percurso de análise semiótica a faz imprimir aspectos como intersubjetividade, transtextualidade e intratextualidade. Aspectos híbridos e relações texto-contexto.
Perante a realidade local, é necessário afirmar a existência sígnica de uma exposição em torno da sua importância social, desde que a mesma produza conteúdos com referenciais programáticos e desvende nichos de importâncias segmentadas ou gerais que beneficie a comunidade.
Na condição de ser pensante, cada sujeito é único e atua conforme suas competências e sua história de vida. Faz-se referência às experiências pessoais de cada um e, principalmente, à forma como cada um percebe seu trabalho, o ambiente, suas necessidades, a organização. Este aspecto está estreitamente
relacionado com as questões relativas à natureza das tarefas, ao conteúdo simbólico do trabalho, e aos sentimentos de prazer e sofrimento no trabalho, pois referem-se à subjetividade e à intersubjetividade dos sujeitos. Questões com profundo viés filosófico podem ser um vocativo à natureza de uma mostra de arte consciente e planejada, somados à sua natureza semiológica, nesse caso , foco no interpretante – o efeito sobre alguém em virtude do qual a coisa em questão é um signo para esse alguém, o intérprete – o alguém. Esse processo semiósico é o processo em que alguém se dá conta de uma coisa mediante uma terceira. Trata-se de um dar-se-conta-de mediato. (cf. Charles Morris)
O “ponto de intervenção” define-se como designatum, alusivo ao arbitrário e diferenciando-se dos aspectos retilíneos, negando o propósito historiográfico e contribuindo para que os processos colaborativos expandam dentro das ações inclusivas atuais. Dentro dessa arena aparece os atores e dentre os atores que podem orquestrar estão os curadores.
Esse trabalho é considerado aqui, como um dos fatores estruturantes dentro do contexto sociocultural, uma forma de satisfação, por proporcionar aos sujeitos a realização de si mesmo através de um ofício, de uma atividade. Essa função está vinculada ao reconhecimento social e à valorização do significado cultural do trabalhar. Esse processo laboral é entendido como propositor de um sentido e uma função, merecendo aproximação teórica satisfatória compatibilizada pela demanda reprimida e apartada das relações culturais com o interpretante e o intérprete. Nesse sentido sugerimos uma aproximação de proposta teórica compatível com a semiótica dentro dos seus campos: Sintaxe, Semântica e Pragmática que podem ser o referencial para se iniciar os estudos da realidade local e a adequação dela ao resto do mundo. Além do que, podemos alinhavar esse processo com Arte e Cultura como formas de fortalecimento do sujeito social e da identidade cultural.
Bibliografia:
1- Charles Morris, 1959, Foundations of the Theory of Signs, Chicago: University of Chicago Press..
2- Fidalgo, António – 1998, Semiótica, a Lógica da Comunicação (3ª parte)
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
Tático Cultural / PONTO DE INTERVENÇÃO
convida você a participar da exposição intitulada:
PONTO DE INTERVENÇÃO
Aberta a todas a categorias das artes plásticas e visuais, incluindo performers e mural poético
vídeo, designers, fotografias, instalações.
O conteúdo dessa exposição é polissêmico, ou seja, possui várias leituras.
S. f. 1. Ato de intervir; interferência: Graças à sábia intervenção dele, tudo se resolveu bem; "devemos .... evitar as [medidas] que .... abram a mais estreita frincha à intervenção triunfante do estrangeiro na esfera superior dos nossos destinos." (Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos, p. 225). 2. Jur. Ato pelo qual, no protesto de um título cambiário por falta de aceite ou pagamento, um terceiro declara que o aceita ou resgata por honra ou conta do sacador, do aceitante, ou de um dos endossatários. 3. Jur. Ato de um Estado intervir nos negócios internos de outro(s). [Cf. não-intervenção.] 4. Bras. Nos regimes federativos, ato do poder central destinado a impor medidas necessárias a manter a integridade da União, quando algum dos seus membros está submetido a anormalidade grave e que prejudique o funcionamento da Federação. 5. Cir. Intervenção cirúrgica.
6. Bras. Interferência do poder central em qualquer unidade da Federação, que se manifesta na substituição de seu governador, prefeito, etc., ou na cassação de representante do poder legislativo estadual, municipal, etc.
u Intervenção cirúrgica. Med. 1. Operação (4). [Tb. se diz apenas intervenção.]
u Intervenção de terceiro. Jur. 1. A daquele que, embora não seja parte, tem legítimo interesse em intervir no processo, ou é obrigado a isto por lei e chamamento de um dos litigantes. [Cf. assistência (7).] 2. Violação da independência dum Estado, em virtude da intromissão indébita de outro nos seus negócios internos ou externos.
u Intervenção humanitária. Jur. 1. Princípio de direito internacional que aceita a intervenção duma comunidade de Estados nos negócios internos ou externos de outro, para evitar morticínios dos próprios nacionais do país sujeito a essa medida.
A exposição realizar-se-á no dia 1 de Dezembro no piso superior do Casarão em Sete Lagoas - MG
A Montagem da exposição será no dia 29 de novembro.
Confirmem por e-mail até o dia 14 de novembro para dar tempo de produzirmos o convite e demais providências.
Att.: Demétrius Cotta
Rede aan!
www.redeaan.blogspot.com
www.taticocultural.blogspot.com
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Agradecimentos

Estamos cada vez mais seguras de que o caminho é este.
É fazer com o coração, é sonhar mesmo, é alimentar esses sonhos e fazer acontecer.
Impressionante. Assim é tão lindo e tão digno!
Muitas vezes sentimos insegurança, mas rapidinho a vontade de realizar esse projeto toma conta e a gente fica cheia de coragem, como rocha!
Tenham todos certezas que esse projeto é do bem, está sendo feito com muito amor e que os frutos que dele saírem, serão compartilhados com toda a comunidade setelagoana, com todos que desejam realmente contribuir nesse sentido.
Temos certeza que aqueles que tem objetivos contrários a esses, sairão, naturalmente da nossa frente, não impedirão . Não temos a verdade, não sabemos de tanta coisa, mas o que prevalece é a vontade de fazer e pelo que parece, isso já é mais que metade do caminho.
Grande abraço!
Que seja o início de um tempo muito fértil!
Abraço a todos do Tático!
Disa e Lu!
terça-feira, 4 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
1º INVERNO CULTURAL
I Inverno Cultural de Sete Lagoas, envolvendo as artes cênicas (teatro e dança), audiovisuais (cinema e fotografia), plásticas e música. (DISA)
Distribuição das adesões ao " VIVER COM ARTE" realização do Tático que acontecerá no dia 28 de novembro no Casarão.
Para Exposição dos artistas TALES SABARÁ, PAULO NAZARETH E LEANDRO FIGUEIREDO que acontecerá no dia 6 de novembro/2008 a partir das 20 horas no segundo piso do Casarão.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Estude o Caso e haja rápido
Quando se entra em qualquer processo de trabalho, seja este operacional, tático ou estratégico, seja este técnico ou de negócio, a regra número “1” é entender o que está acontecendo para se localizar e a regra número “2” é absorver o que está estabelecido para efetivamente colaborar.
Muitas vezes as pessoas se preocupam em conquistar espaço e em fazer o processo estabelecido de se adequar a si ao invés de se colocarem a disposição do processo.
Quando o que importa primeiramente é o “eu”, fica difícil direcionar o foco do contexto de negócio para o “nós”, porque os outros nunca importam e só você e “seu umbigo” importam.
É um categórico erro não se importar com os outros...
É justo clamar por mudanças, por melhorias, por ajustes, porém injusto opinar antes de conhecer e entender porquê as coisas estão da forma como estão ou são da forma como são.
Antes de julgar os processos, a condução ou as pessoas, entenda o significado de cada movimento, de cada pessoa e seus interesses e, aprenda com o que você enxerga e ouve.
Saiba perceber os detalhes e ler nas entrelinhas, saiba entender os códigos culturais que impactam enormemente nas ações das pessoas e que podem criar dúvidas onde não há dúvida alguma.
A complexidade do aprendizado está diretamente relacionada à sua capacidade de deixar-se colocar no lugar dos outros.
No mundo dos negócios é comum que as pessoas não se permitam avaliar adequadamente os contextos de negócios e por isso mesmo pré-julgar muitas das situações baseadas em seu entendimento parcial sobre o contexto que interagem.
E são muitas as oportunidades que se perde por não perceber realmente o que está acontecendo.
Antes de buscar mudanças, entenda e aprenda com que está bem a sua frente.
Perceba que é muito importante nunca se colocar acima de qualquer aprendizado, pois há sempre o que aprender.
Quando você quiser propor mudanças, saiba muito bem porque estas serão necessárias, principalmente por experiência própria.
Muitas vezes as coisas não precisam ser diferentes do que são, mas precisam ter o seu entendimento, que pode ser muito diferente do que você pensa ser o certo para àquele contexto.
Permita-se entender o que o contexto oferece, e deixe de lado preconceitos ou opiniões pré-concebidas.
Seja responsável com o seu próprio caminho e permita-se aprender.
Certamente o resultado final será um profissional maduro e capaz de se colocar no lugar dos outros, não porque alguém disse para fazer isso, mas porque há o entendimento de que é preciso fazer isso.
Aprenda.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
sábado, 25 de outubro de 2008
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
REUNIÃO DE CULTURA PRO-ATIVA NO DIA 21 DE OUTUBRO , 2008 .
19 horas no Casarão.
A propósito; nossa luta é por uma cultura sustentável e o Tático e a Rede aan! RAAN
JÁ VISLUMBRAM O QUE VIRÁ EM TERMOS DE PARTICIPATIVIDADE DO CIDADÃO.
Estaremos promovendo no dia 28 e 29 de novembro/2008 no Espaço CUltural da Feirinha, nossa 1ª ação em benefício da cultura sustentável de Sete Lagoas.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Governar com LISURA
Baixados os panos do ato eleitoral algumas questões rondam o coração sete-lagoano.
Diante da expectativa de forte desenvolvimento que se prenuncia para a cidade, quais os desafios do novo governo?
Maroca conquistou a chefia do executivo local alçado pelos anseios de mudanças que os novos tempos demandam.
A cidade não pode parar, mas também não pode perder de vista aqueles valores que imprimem à uma comunidade sua qualidade de vida.
Qualidade de vida tem mais a ver com gerenciamento de recursos (materiais e humanos), do que com quantidade.
Saber dosar o desenvolvimento da cidade mantendo-a nos trilhos de um planejamento de longo prazo, é um dos desafios deste governo.
Esta é a visão que se espera de um estadista. Usar os recursos do contribuinte de forma sóbria e responsável diante de um panorama, não de quatro anos, mas do tempo necessário para se equacionar a formula – progresso com humanidade,
Isto implica também em se criar uma estrutura de governo moderna e eficiente, tornando a prefeitura numa gerente enxuta e dinâmica do condomínio sete-lagoano.
Antigas e ultrapassadas praticas e vícios políticos devem ser abolidos.
Ao novo governo sería sensato auditar as contas de órgãos e autarquias que tem se especializado no uso indevido dos recursos do contribuinte.
Se identificar e se extirpar relações com parcerias escusas e se lançar luz sobre negócios obscuros que tem provocado sangrias nestes recursos.
Favorecer o fortalecimento de uma imprensa livre e independente, que mesmo em posições antagônicas, respeite o direito de livre opinião e o pressuposto do contraditório.
Entre estes desafios está também saber escolher parceiros que servem à uma cidade politicamente madura.
Atacar problemas imediatos e urgentes ao mesmo tempo em que se pavimenta a estrada para o futuro.
O novo prefeito tem que tomar para si as rédeas do desenvolvimento e não ficar a seu reboque, e sobre atropelo da massa falida de governos anteriores.
Colocar-se como agente pro-ativo na busca de soluções de nossos graves problemas, e não como seu refém.
Um governo sem mácula com o passado, com integridade e honestidade à toda prova, é o que a cidade mais precisa neste momento.
A forca moral de um governo é o instrumento que, usado sabiamente, permite tomada de decisões de forma independente e firme pelos interesses maiores da sociedade e do estado democrático.
A experiência sem os balizadores morais e éticos tem nos produzidos mais problemas que soluções.
Maroca é alçado à chefia do executivo sete-lagoano com esta herança fantástica, tão rara em nossa desgastada política.
Um patrimônio de valores que podem exorcizar da
cidade seus vícios políticos e projetá-la ao seu melhor destino.
Temos a possibilidade de resgatar modelos de governos como o de Dr Afrânio Avelar e de Dr Alberto Moura, como exemplos da melhor lisura e ainda hoje de saudosa referencia.
E isto com uma cidade em pleno desenvolvimento e com recursos inéditos em arrecadação tributaria.
Podemos já sonhar com uma cidade próspera e ao mesmo tempo humana. Uma cidade que pensa grande a favor de sua gente. Uma cidade que gera emprego e renda, que respeita suas crianças e seus idosos.
Que protege seus patrimônios históricos e seus bio-sistemas. Que investe na segurança, no esporte, na educação, na cultura e no lazer
Esta é a cidade de nossos sonhos, mas que pode muito bem ser a realidade de nossas crianças.
João Drummond
Cônsul de Poetas Del Mundo
Membro do Clube de Letras e
Do Tático Cultural
terça-feira, 7 de outubro de 2008
REUNIÃO DE CULTURA PRO-ATIVA NO DIA 8 DE OUTUBRO , 2008 .
domingo, 5 de outubro de 2008
A CULTURA SETE-LAGOANA
prestes a afundar na Lagoa Paulino.
Sem estudos que comprovem o que vou dizer tenho em conta que Sete Lagoas, e o Estado de Minas de uma maneira geral, possui uma população de seres muito reativos. Fazendo de ambas um gigante oculto à espera de alguém que faça algo de bom para que ela possa “devorar”. Quando disse isso uma vez a alguns colegas eles me revidaram: - “... concorrência é ruim?”. Respondi dizendo que em termos, particularmente humanos, pode vir a ser uma tendência ruim aos que possuem criatividade e pouco espaço para se manifestar, como é o caso da cidade que ostenta demanda cultural reprimida. Isso porque as pessoas criativas são muito sensíveis e não se dão conta que os monstros escondidos são bancados por pessoas que detém poderes que podem amedrontar a sensibilidade criativa. Eles o farão sob a óptica de que seriam mais competentes e que já haviam pensado naquilo que estava sendo feito por outrem de uma forma muito melhor.
“Nesse ponto, nada pior do que a especialização predatória que usa essa assertiva para se impor “.
Há muito não se tem uma idéia criativa na cidade que a venha tirar dos quadros replicantes da reatividade mórbida. Ela se encontra adormecida dessa vez não está acompanhando o Brasil, está ficando para trás mesmo. Aí volto à pergunta que os colegas me fizeram “...e a concorrência é ruim?”; para o momento afirmo que “É”.
Sim, digo que é ruim porque alguns que estão aptos a fazer algo por Sete Lagoas a nível cultural estão preocupados demais com o valor das suas propostas e em sí próprios. Distanciaram-se de ideais elevados em distribuir a cultura como bem da humanidade. Pecam por omissão, inatividade oportunista, ceticismo, reatividade e por miopia. Mas também não se pode exigir de míopes que enxerguem corretamente. É claro que eles vão sempre esperar a queda de quem está fazendo algo e dizer: - “não falei? Era tudo fogo de palha e tudo no início é assim mesmo; não vai adiante”.
Ironia à parte, o que se tece em termos de política cultural dentro da cidade é uma rala e fluídica manipulação egoística daquilo que é de todos nós, ou seja, as políticas públicas. Alguns ficam sabendo de algum segredinho do estado ou da federação, correm se informam e guardam para sí.
- Ah!... e esperam a hora de usar em benefício próprio. Bem longe do que é do interesse da maioria. Depois vêem e :” Eu tenho uma idéia melhor... conheço beltrano, ciclano e fulano que podem ‘me’ dar um melhor suporte para fazer melhor.”
A questão é, teria competência mesmo, com todo seu aparato ou não quer admitir que a soma seria melhor do que a divisão? Aliás “divisão” é uma palavra pra lá de fácil em ser praticada na cidade. Os feudos se reúnem em torno do seu interesse particular e que se dane o “Titanic”. Lembra da história desse barquinho e a miudez em seu interior? - Pois é... fora mal construído com um bando de egocêntricos riquinhos dentro que foram visitar São Pedro... e ainda por cima com um “capitão” cheio de si que não ouviu os sinais da tragédia transmitidos a ele por barcos menores que trafegavam na região, tudo por excesso de confiança da sua capacidade.
(Detalhe: sabem quantas vezes que o Capitão Smith foi avisado que teria icebergs pela frente? Vão pesquisar... se errarem eu ajudo).
...Excesso de confiança pode afundar a cultura da cidade se os “culturáveis” não derem um jeito de aproximarem uns dos outros para tecer algo novo em benefício de uma cultura sustentável para o município. Isso é o papel de quem está enxergando direito fazer por Sete Lagoas, e apesar das demais cidades possuírem seus próprios recursos, Sete Lagoas poderá resgatar seu papel de formadora de opinião e aumentar sua contribuição à cultura mineira e parar de ser estanque.
Como você pode ver, esse quadro apresentado acima não é brinquedo de redatores querendo o poder não, tudo isso é factual. Entre no barco para você ver e se afligir. A aflição é devido ao fato de várias famílias dependerem da promoção da cultura local e essa ser um bem econômico ignorado e não fluente. Sobre economia da cultura, raro é, alguém na cidade que sabe o que isso significa em termos de arrecadação e divisas, além de estratégia administrativa, para citar o pior uso que se faz da cultura em termos de marketing institucional. Mas, enfim é o que se tem mais próximo do cidadão é a administração pública e que o próximo prefeito seja tímido no uso da cultura para promoção da sua imagem administrativa e seja ousado em soltar o cabo da nau e deixar fluir a cultura com a bússola voltada para o promissor perfil da cultura pro – ativa de Sete Lagoas.
Garanto que sem cooptação política a cultura da cidade vai agradecer e o barco não vai afundar nas águas da Lagoa Paulino. A cidade vai aparecer e não será preciso inventar nenhum monstro do Lago Ness para atrair turistas. Tudo que teremos por aqui será naturalmente da região com requinte de metrópole que pensa e valoriza seu capital intelectual.
Demétrius Cotta
http://www.redeaan.blogspot.com/
Cultura Tática


terça-feira, 30 de setembro de 2008
terça-feira, 23 de setembro de 2008
1º ENCONTRO CULTURAL COM OS CANDIDATOS À PREFEITURA DE SETE LAGOAS
Primeiro Encontro Cultural com os Candidatos à Prefeitura de Sete Lagoas.
Os setores culturais de Sete Lagoas sofreram décadas com a falta de sensibilidade e a omissão de governos que se sucederam.Isto se deve em parte a miopia e imediatismo destes governos e, por outro lado, do conformismo dos próprios setores de cultura.Esta geração de artistas e pessoas ligadas à cultura, convivendo com a total falta de compromisso dos poderes constituídos, deparou-se garimpando em searas estéreis e lutando em trincheiras solitárias.As tentativas anteriores de mobilizar as classes culturais em projetos de peso e interesse coletivo frustraram-se diante destas crenças negativas e consolidadas de que “nada se podia fazer a respeito e que qualquer esforço seria em vão”.
REUNIÃO DE CULTURA PRO-ATIVA NO DIA 24 DE SETEMBRO , 2008 - 19HORAS
1 - CONSTITUIÇÃO DO TÁTICO/planejamento INTERNO e atividades EXTERNAS
2 - PLANO DE GOVERNO CULTURAL
3 - CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA
4 - PROJETOS DE COOPERAÇÃO SUSTENTÁVEIS
sábado, 20 de setembro de 2008
domingo, 14 de setembro de 2008
sábado, 13 de setembro de 2008
"SISTEMA DE PODER" , a quem compete essa matéria?
MIGUEL REALE
Em poucos países a classe política se distingue por sua alta categoria ética e cultural. No Brasil, ela em geral é mal vista, podendo-se dizer que a política é geralmente considerada atividade desabonadora para quem nela milita.
Uma situação dessa natureza põe em risco a causa democrática, pois esta tem nos políticos uma de suas bases primordiais, por serem os representantes da coletividade na órbita do Estado, dos vereadores aos senadores. Daí a necessidade de seu estudo.
A classe política é uma das formas de “classe intelectual”, que surgiu no fim da Idade Média, como reflexo da vida universitária, ao tempo da Escolástica. Quando um pensador se desliga da Escola Medieval e passa a atuar de maneira autônoma, passa a ser propriamente um intelectual, como seriam, por exemplo, Montaigne e Machiavelli.
Este último é o modelo por excelência do intelectual político, pondo-se a serviço de cidades ou de nobres para obter resultados tipicamente políticos, recebendo missões e incumbências.
Por aí já se vê que o político, no sentido rigoroso deste termo, representa uma forma de saber, a respeito da cousa pública, no que depois viria a constituir a esfera do “constitucional”, do “econômico” e, lato sensu, do “jurídico”.
Trata-se, por conseguinte, de uma classe cultural autônoma e de grande valor para a vida coletiva, e que adquire feição própria com o advento da democracia, da qual constitui peça-mestra.
Nessa ordem de idéias, é deveras estranho que, tendo surgido trabalhos de política versando sobre a problemática do Estado, não tenha sido fundado logo, não digo escola, mas curso de Política. O que se constituiu foi curso de Jurisprudência, a qual atendeu às necessidades da vida coletiva organizada constitucionalmente.
Mesmo hoje, são raríssimos os cursos de Política, superando os meros cursos como os de Direito ou de Economia, apesar de já haver profundos estudos, por exemplo, de Direito Civil Constitucional, que não se conflita com o Direito Civil Privado.
Positivada a importância da classe política, além de ser objeto de curso universitário, deveriam os partidos cuidar da matéria, sobretudo quando conseguem eleger grande número de deputados e senadores. Dir-se-á que no Brasil já existem entidades dessa natureza, mas não com caráter pedagógico, para formação de jovens com vocação política.
As nossas agremiações políticas cuidam mais de resultados eleitorais, e não de matéria relativa aos poderes do Estado.
Compreende-se, por isso, que a Constituição de 1988, tão rica em tantos assuntos, não tenha sequer estabelecido “sistema de poder”, ou seja, forma de governo, de tal forma que não somos parlamentaristas, nem presidencialistas, ou mesmo uma combinação inteligente desses dois regimes.
O pior é que, entre nós, homens de Igreja tornam-se políticos, sem na realidade o serem, e o mesmo acontece com outras formas de atividade.
Se houvesse preocupação pela problemática política no plano ideológico ou das idéias gerais, seria suprida a falta de forma de governo, ou, por outras palavras, de nossa consciência de classe política, tal como o exige a democracia.
Como se vê, a situação é deveras grave, pois, repito, sem classe política, com um mínimo de preparo teórico, não existe regime democrático.
O resultado negativo temos na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, que não legislam, preferindo-se atividades de mostração, sem se cuidar de projetos de lei que a opinião pública há vários anos reclama. O último recurso estará na renovação dos quadros parlamentares, o que pressupõe, porém, mudança no eleitorado. Isto posto, recaímos no tema da classe política...
O problema parece insolúvel, visto como, mais uma vez, a saída está na educação, havendo necessidade de “curso de cidadania”, não digo no ensino fundamental, mas pelo menos no ensino médio, sem prejuízo de também se recorrer ao curso universitário, que, qualquer que seja o seu objeto, não é incompatível com a relevância da questão que estamos abordando.
De outra forma, continuaremos a dizer que o povo brasileiro não possui o mínimo de cultura política, sem o qual os Poderes Legislativo e Executivo não logram alcançar os objetivos para os quais foram constituídos.
Por outro lado, não devemos esquecer como teremos uma via bem mais precisa, que é a da mídia, sobretudo da televisão, com programas adequados, não somente chamando a atenção para o público, mas dando noções básicas de Política, mostrando quais são os requisitos para que forme nossa classe política.
As empresas de televisão são concessionárias de serviço público, de tal modo que o Poder Público poderá obrigá-las a participar desse campanha inadiável. Estou convencido de que esse caminho é o que mais resultados nos pode fornecer, com benefícios até mesmo no plano do Legislativo, onde parlamentares há desprovidos de conteúdo político adequado.
O eleitorado tem direito de ser freqüentemente informado sobre o destino de seu voto, se foi ou não para parlamentar ativo, quer no estudo de projetos de lei, quer de emendas úteis. A televisão e o rádio poderiam dar informações a respeito, auxiliando, assim a formação de uma verdadeira classe política, na qual surgirão, a seu tempo, uns grandes estadistas.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
1º ENCONTRO CULTURAL COM OS CANDIDATOS À PREFEITURA DE SETE LAGOAS

Esse encontro é uma tentativa de reverter a memória negativa de que Sete Lagoas não contribui com o cenário mineiro de gestão cultural criativa e profícua. A cultura hoje é discussão de primeira linha e desvinculou-se do pensamento educacional e da industria do entretenimento há muito tempo. Por ela alcança-se visibilidade progressista e discute-se sustentabilidade social e planejamento de recursos, bem como capital humano. Uma boa aspiração em política publica passa necessariamente pelos designios da economia da cultura que hoje ultrapassa saneamento básico, aspectos viários, segurança.
Segundo Marcio F. Pereira; "Para o Departamento de Cultura, Mídia e Esporte do Governo Britânico (2006), indústria criativa é aquela indústria que tem origem na criatividade, habilidade e talento individual e que tem um potencial de crescimento econômico e de criação de empregos através da exploração da propriedade intelectual."
Portanto o candidato que ultrapassar as espectativas dos cidadãos engajados por melhores momentos do bem viver , terá necessariamente o meu voto e de muitos outros que vê na cultura a sustentabilidade social e participativa, porque é somente por ela que se dá a valorização da diversidedade em linhas gerais. Se assim não for, não passaremos de agentes discutindo até hoje intersetoriedade sem sair do núcleo vertical da hierarquia dominante.
Demétrius Cotta
domingo, 31 de agosto de 2008
REUNIÃO DE CULTURA PRO-ATIVA NO DIA 03 DE SETEMBRO , 2008 .
Reunião do COLETIVO TÁTICO CULTURAL
Dia - 3 de Setembro
19 h. - Casarão
Pauta :
Encontro com os Candidatos às eleições 2008.
Movimento em torno das ações do Tático para novembro e dezembro
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
reuniã
aceita e repassa o convite para uma reunião com o Conselho Municipal de Cultura, cujo objetivo é o de formalizar o
1º Encontro entre Arte e Política com os candidatos à eleição /2008.
Estaremos discutindo aspectos tais como:
Postura ética - Formatação - Conteúdo - e desenvolvimento de uma rede de ação que consolide sustentabilidade ao setor artístico/cultural
.
Dia - 26 de agosto
Local - Casa da Cultura
Hora - 19:15 h
Att.:
Rede aan! www.redeaan.blogspot.com
Tático Cultural www.taticocultural.blogspot.com
Instituir www.instituir.blogspot.com
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Reunião do Conselho
Reunião dia 26 na Casa da Cultura às 19 horas.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Folha Online - Ilustrada - Leia comentários sobre a saída de Gilberto Gil da pasta - 30/07/2008
"'O problema é mais de verba do que de verbo'"
terça-feira, 19 de agosto de 2008
LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE SETE LAGOAS
DA ORDEM SOCIAL E ECONÔMICA
CAPÍTULO I
DA ORDEM SOCIAL
SEÇÃO I
DISPOSIÇÃO GERAL
Art. 169 - O Município, dentro de sua competência, organizará a ordem social, que tem como
base o primado do trabalho e como objetivo o bem estar e a justiça social.
SEÇÃO IV
DA CULTURA
Art. 183 - O Município estimulará o desenvolvimento da cultura, garantindo a todos o pleno
exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura municipal, apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais, mediante, sobretudo:
I - plano permanente para a proteção do patrimônio cultural do Município estabelecido em lei;
II - criação e manutenção de núcleos culturais e de espaços públicos equipados para a formação e difusão das expressões artístico-culturais;
III - criação e manutenção de museus e arquivos públicos que integrem o sistema de preservação da memória do Município;
IV - adoção de incentivos fiscais que estimulem as empresas privadas a investirem na produção
cultural e artística do Município e na preservação do seu patrimônio histórico, artístico e cultural;
V - adoção de ação impeditiva da evasão, destruição e descaracterização de obras de arte e de outros bens de valor histórico, científico, artístico e cultural.
§ 1º - O Município protegerá as manifestações das culturas populares.
§ 2º - A lei disporá sobre a fixação de datas comemorativas de alta significação para as diferentes etnias locais.
Art. 184 - Constituem patrimônio cultural municipal os bens de natureza material e imaterial,
tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade, nos quais se incluem:
I - as formas de expressão;
II - os modos de criar, fazer e viver;
III - as criações científicas, artísticas e tecnológicas;
IV - as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações
artístico-culturais;
V - os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico histórico, paisagístico, artístico, arqueológico,
ecológico e científico.
§ 1º - O Poder Público, com a colaboração da comunidade, promoverá e protegerá o patrimônio cultural em geral, por meio de inventários, registros, vigilância, tombamento, desapropriação e outras formas de acautelamento e preservação.
§ 2º - Os bens tombados pela União ou pelo Estado, merecerão idêntico tratamento, referido no parágrafo anterior, mediante convênio.
§ 3º - Cabe à Administração Pública, na forma da lei, a gestão da domcumentação governamental
e as providências para franquear sua consulta e a quantos dela necessitarem.
§ 4º - Os danos ao patrimônio cultural serão punidos na forma da lei.
Art. 185 - A lei regulará a composição, o funcionamento e as atribuições do Conselho Municipal
de Cultura, que deverá ser instituído pelo Município como órgão de deliberação, representativo,
não remunerado.
* Art.185 redação dada pela Emenda nº 03 à Lei Orgânica do Município de Sete Lagoas.
Art. 186 - Os recursos para garantir a consecução do previsto nesta seção, não serão inferiores
a 5% (cinco por cento) dos destinados aos programas de educação.
REUNIÃO DO COLETIVO TÁTICO DIA 20 DE AGOSTO, 2008 / 19 HORAS

O ESTADO DA ARTE EM POLÍTICA E GESTÃO DA CULTURA EM SETE LAGOAS.
sábado, 16 de agosto de 2008
domingo, 10 de agosto de 2008
REUNIÃO DO COLETIVO TÁTICO DIA 20 DE AGOSTO, 2008 / 19 HORAS

DIA 20 DE AGOSTO DE 2008/19 HORAS.
VÁRIOS ASSUNTOS ESTÃO SENDO DISCUTIDOS DE FORMA TRANSPARENTE E DEMOCRÁTICA. SEM HIERARQUIA DOMINANTE / VERTICAL.
O TÁTICO É UMA AÇÃO DESENCADEADA PELA REDE AAN! QUE SE PREPARA PARA
PROPOR PLANOS DE DESENVOLVIMENTO ARTÍSTICO CULTURAL À COMUNIDADE LOCAL.
TRATA-SE DE UM GRUPO DE VOLUNTÁRIOS DISPOSTOS A CONTRIBUIR E ABRIR DIÁLOGOS COM O PODER PÚBLICO EM RELAÇÃO AO USO RACIONAL DAS POTENCIALIDADES DA ARTE LOCAL SEM PROCESSOS CLIENTELISTAS.
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
O QUE CLEMENTE TEM A HAVER COM O TÁTICO? TALVEZ MAIS DO VC. IMAGINA!
Minha coluna na ÉPOCA NEGÓCIOS de agosto pergunta: Por que você não vê “Clínicas Ivo Pitanguy” espalhadas pelo mundo, nem cadeias de restaurantes de “haute cuisine”? É que o talento do chef do restaurante francês é como o do Pitanguy - difícil de ser codificado e, por isso, difícil de ensinar. Negócios assim são necessariamente pequenos. Quer negócios grandes? Torne a operação simples o suficiente para que possa ser ensinada a pessoas “normais”. Mas, como aconselhou Einstein, não cometa o erro de simplificar demais.
http://www.ideiaseinovacao.globolog.com.br
Um grande abraço,
Clemente
www.clementenobrega.com.br
domingo, 3 de agosto de 2008
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
CARTA CULTURAL IBEROAMERICANA
